BR Week

Empresas querem mudar o jeito que você compra com o cartão físico

Há iniciativas recentes que mostram que o cartão físico está sendo desconstruído. A ideia é dar mais conveniência e segurança. Conheça

Por Camila Mendonça

O fim da moeda da moeda de plástico é uma discussão sem fim no mundo todo. Nos Estados Unidos, contudo, cada vez mais há iniciativas que mostram que a desconstrução do plástico é irreversível. No Brasil, contudo, ainda há dúvidas sobre isso.

Primeiro porque o cartão ainda tem muito espaço para ocupar no País. Do total do faturamento do comércio, menos de 40% vem do cartão. Ainda assim, de olho no futuro, e tirando os debates da teoria, o mercado tem apresentado iniciativas para que o consumidor deixe o cartão de plástico de lado. E há meios para isso – um deles é do NFC (Near Field Communication).

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Segundo dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em 2016, o comércio somou 4,1 milhões de POS (point of sales). Desse total, 60% delas já têm a base para pagamento por aproximação.

Nesse sentido, o Santander lançou sua carteira digital. Agora, os consumidores podem fazer compras sem o uso do cartão físico de débito ou crédito. Segundo a instituição, a solução pode ser usada por cerca de 2 milhões de clientes.

A ferramenta está disponível no aplicativo de cartões do banco, o Santander Way. Funciona assim: o cliente entra no app, clica no botão NFC e habilita o cartão. Nesta etapa, o Santander homologa o cartão e o aparelho. A partir daí, o cliente informa o código de segurança (CVV) e a validade do cartão e digita a senha enviada por SMS ou via token.

Depois disso, nas lojas, o cliente aproxima seu celular com tecnologia NFC (Near Field Communication) a uma maquininha de cartão (POS) que aceite a mesma tecnologia. Ele digita a senha do celular ou desbloqueia o aparelho com a impressão digital e conclui a operação.

Digital

Já a Mastercard inova na forma como se conclui as compras com cartões. A empresa já está fazendo testes com a nova geração de cartões biométricos, que combina a tecnologia de chip com a leitura de impressões digitais. Esses cartões, usa uma tecnologia de escaneamento de impressões digitais, a mesma usada para fazer pagamentos pela internet.

Funciona assim: o titular habilita o cartão, registrando-se em sua instituição financeira. Em seguida, sua impressão digital é convertida em um modelo criptografado armazenado no cartão. A ferramenta, então, está pronta para ser usada em qualquer terminal de cartão com chipe e senha no mundo.

Na prática, a compra acontece do mesmo jeito: é só inserir o cartão no terminal, mas ao invés da senha, o consumidor mantém o dedo em cima do sensor embutido. A impressão digital é comparada com o modelo armazenado e, se a biometria for correspondente, a compra é aprovada. Para os comerciantes, o cartão não requer nenhuma atualização de hardware ou software.

Por enquanto, a ferramenta está sendo testada somente na África do Sul. Foram dois testes separados conduzidos recentemente com o Pick n Pay, a maior rede varejista de supermercados do país, e o Banco Absa, uma subsidiária do Banco Barclays África. Nos próximos meses, serão realizados novos testes com o cartão biométrico. O lançamento completo é esperado para ainda este ano.

Os meios de pagamento são ferramentas essenciais para garantir a experiência dos consumidores. Por isso, o tema não ficará de fora do BR Week 2017! Não perca tempo! As inscrições já estão abertas!



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