BR Week

3 Razões para transformar um negócio em qualquer cenário

Joe Jackman, o maior reinventor de negócios do mundo, conta os motivos que levam às empresas a se reinventarem – todos eles independem de cenários

Por Camila Mendonça

Momentos de incertezas econômica e política são momentos para ponderações. O melhor é esperar, parar de investir e ver o que acontece…Para tudo! Embora esta seja o comportamento de grande parte dos executivos brasileiros, ele não é o ideal para quem quer crescer e inovar. Segundo Joe Jackman, o maior reinventor de negócios do mundo, este é o momento certo para recriar e transformar negócios.

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“Este é o momento ideal para a reinvenção. Um período prolongado de turbulência econômica, especialmente este que o Brasil tem enfrentado, é um excelente momento para se reinventar”, afirma Jackman.

Como exemplo, o especialista cita a Sony. A companhia fez muitos cortes durante a crise dos anos 2000 – cortou 11% da sua força de trabalho, 12% de Pesquisa e Desenvolvimento, e 23% do Capex. “Apesar da empresa ser capaz de melhorar as margens durante a queda, ela não estava em posição de ter sucesso quando a economia se recuperasse. Antes da crise, eles tinham uma taxa de crescimento de vendas de 11%; depois da recessão, essa taxa era de 1%”, afirma o especialista.

Ele aponta três razões para a reinvenção acontecer, independentemente do cenário político e econômico:

1. As necessidades do consumidor estão mudando

“A instabilidade política e econômica afeta mais do que simplesmente o orçamento; ela altera as prioridades, atitudes e expectativas dos consumidores. Uma empresa que ouve os consumidores e se adapta às suas mudanças de necessidades durante os momentos de dificuldade se sustenta não apenas durante a tempestade como ganha vantagem”.

2. A maioria das empresas perde o foco nos consumidores durante tempos difíceis

“A cartilha seguida pelos varejistas durante um momento de recuo econômico envolve cortar vagas, reduzir despesas e forçar a eficiência – todas, ou a maioria dessas ações, prejudicam a experiência dos consumidores. A empresa corajosa que promove e mantém a experiência do consumidor como prioridade ganhará vantagem competitiva e mais espaço no mercado”.

3. Tudo é menos caro

“Quedas econômicas não somente impactam consumidores e vendas; elas também reduzem o custo de alguns ingredientes chave do varejo, por exemplo, o custo imobiliário—aluguel e propriedade; o preço de prestadores de serviços; e, em uma queda econômica prolongada, o custo geral de mão-de-obra. Varejistas audaciosos com massa financeira e coragem fazem o que muitos competidores não podem fazer: investem, atualizam e expandem. Este é o momento ideal para ganhar vantagem substancial, e os investimentos feitos durante a recessão serão multiplicados assim que a economia volte a crescer”.

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